Eu cresci numa família Católica e fui apresentada ao Espiritismo pelo Elcio. Hoje sinto que sou religiosa. Ponto. Todas as religiões tem aspectos que fazem mais ou menos sentido para mim.
Ao Espiritismo coube a função de me apresentar o conceito de vidas passadas, de relações previamente existentes, mais fortes do que o simples vínculo carnal dessa existência. Interessante que essa religião tenha sido apresentada a mim pelo Elcio, justamente a pessoa com quem eu acho que tenho o vínculo mais forte. Explico: sendo filha, sendo mãe, sendo irmã tenho laços fortes com os meus entes queridos. Além do amor absoluto, tenho com eles um vínculo de sangue que nos une definitivamente.
Com o Elcio, não existe esse vínculo sanguíneo e durante muitos anos não existiu nem mesmo proximidade física. Estados separados, vidas totalmente distintas que, de alguma forma, seguiram de forma paralela. No nosso caso, não dá pra acreditar somente em destino. Porque o destino pode até unir, mas não mantem unido. Nesses quase quinze anos que estamos juntos uma coisa não parou nunca de crescer: nossa cumplicidade. A gente fica cada vez mais unidos. Não que ele nunca tenha errado. Ele errou, eu errei, mas mantemos o desejo constante de aprender, de melhorar. E nos presenteamos sempre, todos os dias, com novas chances. Somos benevolentes um com o outro, damos as mãos sempre.
Amor da minha vida, tenho um orgulho danado de vê-lo constantemente se transformar em uma pessoa melhor. Pai, marido, filho, irmão, profissional, você é bom em tudo o que faz; mas não porque é prefeito e sim porque evolui sempre. Obrigada por ter me escolhido para seguirmos juntos nessa vida. Você e os nossos filhos são tudo o que eu tenho de mais importante!
Que presente você estar aqui comigo!
Te amo pra sempre!




